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Tire dúvidas sobre o Câncer de Próstata
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Quando for a consulta com o médico, é sempre bom:

• Leve uma relação de perguntas;

• Anote os pontos importantes;

• Peça indicação de livros e sites para ter informações adicionais;

• Se possível, leve um acompanhante.

 

Uma Segunda opinião é sempre bem-vinda

Em caso de dúvida, você pode conversar melhor com seu médico, ou procurar uma segunda opinião. Como há várias opções de tratamento, é importante conversar com o especialista e conhecer os possíveis efeitos colaterais. 

O câncer de próstata é uma sentença de morte?

Não! No entanto, o diagnóstico é importante para prevenir e/ou tratar situações como metástase, dores e dificuldade de urinar.

O exame de toque retal dói?

Não! É um exame rápido, que permite complementar o diagnóstico, bem como identificar a doença ainda em estágio inicial.

Homens jovens podem ter câncer de próstata?

O câncer de próstata é raro em homens com menos de 40, mas a chance de ter a doença aumenta após

os 50 anos. Aproximadamente, 70% dos cânceres de próstata são diagnosticados em homens com mais de 65 anos.

Câncer de próstata interfere na vida sexual?

Sim! Alguns homens podem apresentar disfunção erétil devido ao câncer. Outros fatores, como incontinência urinária, também podem afetar a vida sexual.

O câncer de próstata pode se disseminar para outros órgãos?

Sim! Os órgãos que podem ser atingidos incluem: ossos, fígado, vesículas seminais, bexiga, entre outros.

A cirurgia da próstata significa a cura do câncer?

A cirurgia do câncer de próstata tem a chance média de cura acima de 90%, isso quando a operação estiver indicada para cânceres de próstata sem metástase. Então, nesses casos, a chance de se livrar do mal é, praticamente, certa.

Em caso de diagnóstico positivo, busque ajuda!

O tratamento do câncer de próstata é, na maioria das vezes, estressante. O homem passa por tantas experiências, que cada etapa concluída é uma nova conquista.

O apoio, a força e o carinho de familiares e amigos ajudam a enfrentar a doença. Ouça pacientes que superaram o problema e busque informações para compreender a doença.

Não passe por isso sozinho. Esteja disposto a ouvir o que os outros têm a lhe dizer.

Publicação GEAP/ASCOM - 06/11/2017